7 de dezembro de 2009

Natura

Manhã tênue de verão,
levantei-me cedo fui andar.
Um passeio em um bosque,
ouvi o rouxinol a cantar.

As pupilas dilatadas ao contemplar
as margaridas junto às folhas secas.
As formigas trabalhando sem cansar,
e o vento inclinando o arvoredo.

Neste dia encontrei-me com a beleza,
o sol trespassa os galhos das árvores,
seus raios revelam a face da riqueza,
força natural que vem da luz do dia.

Logo a frente pomposas estão elas:
amarelas, roxas, azuis, harmonia das cores.
Enfeitando o caminho, colorindo a vida,
tulipas, margaridas, camélias, belas flores.

No foz da caminhada, o imenso mar,
ao som das ondas a voz da natureza.
Os pés na areia me levam a pensar,
Sou obra-prima de toda essa beleza.

Graça e Paz, xP.

Rodrigo Stankevicz.



"Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam,
nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste
as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas?
E por que vos inquietais com as vestes? Considerai
como crescem os lírios do campo; não trabalham
nem fiam. Entretanto, eu vos digo que o próprio
Salomão no auge de sua glória não se vestiu
como um deles." Mt 6, 26. 28-29
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