25 de março de 2010

Doença da Modernidade


Feliz a família que desliga a televisão
Abre-se espaço para o diálogo familiar
É o momento de partilha da palavra e do pão
Celebra-se a intimidade do amar

A prostituta despida dentro do lar
Ganha espaço, educa os filhos
Sugere sua programação inquinar
Tira anos de princípios e valores dos trilhos

A voz do pai não tem mais valor
A mãe tornou-se uma empregada
Pois assim encena a atriz e o ator
E a família cada vez mais desvalorizada

Vivem juntos, porém tão distantes
Falam mais na rua, do que com o irmão
As novelas incitam prazeres de instantes
Sem censura, tudo é liberdade de expressão

As noticías anunciam morte, desastre, calamidade
Pessoas fragilizadas caem em depressão
A esperança posta no material, longe da Verdade,
A família não reserva mais tempo para a oração.

Graça e Paz, xP.

Rodrigo Stankevicz

"Porque virá tempo em que os homens já não suportarão
a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e
pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si."
II Tm 4,3
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