31 de outubro de 2010

Silente luar


O recanto do espírito cavalga,
a paixão adormece inofensiva;
aveludado amor do enoitecer,
dormente roga regaço.

Sensação solicita de paz,
a alma preguiçou-se
em seu conforto lasso.

No silente luar,
brumas de enlevo soam,
rito nupcial dos enamorados,
mistério eterno desvelado.

Graça e Paz, xP.

Rodrigo Stankevicz
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