13 de novembro de 2012

Convicção da nossa identidade sexual



      Uma das características mais importantes concedida por Deus ao homem foi a sua identidade. “Homem e mulher, Deus os criou” (Gn 1,27), afirma a Sagrada Escritura. Deste modo, a antropologia cristã entende que o ser humano é composto por dois gêneros distintos: masculino e feminino, segundo suas claras diferenças anatômicas. Interessante que essas diferenças, devido à técnica avançada da medicina, são notadas já no ventre materno por meio da ultrassonografia morfológica, podendo, desde poucas semanas, constatar o sexo do bebê para a alegria dos pais, os quais já dão sentido àquela realidade definida pela natureza, presenteando com o que é próprio do gênero esperado.
        Podemos ir além: “façamos o homem à nossa imagem e semelhança” (Gn 1,26). Percebemos, nestas santas palavras, a alta dignidade à qual Deus elevou o homem e a mulher. Somos mais que uma mera matéria que, um dia, entrará em estado de decomposição; somos imagem e semelhança do Senhor. O salmista afirma sobre o homem: “Pouco abaixo de um deus o fizestes, e o coroaste de glória e esplendor.” (Sl 8,6). Não sei se você consegue perceber tamanho esplendor e dignidade com o qual o homem é coroado pelo Criador; porém, não poucas vezes, o próprio homem, instintivamente, reduz-se à sua sexualidade, às suas ideologias, aos seus instintos, etc. Necessita de domínio de si e amor pela verdade para não deixar esses elementos o rebaixarem.

        Infelizmente, nos últimos anos, tem-se divulgado amplamente a Ideologia do Gênero. Os adeptos desta corrente ideológica afirmam uma “construção” da sexualidade do homem a partir de suas experiências sociais e culturais, ou seja, a grosso modo, podemos dizer que a identidade biológica adquirida pela natureza não mais é tão relevante, visto que o ser “homem” e o ser “mulher” já não tem seu papel determinante na identidade do homem moderno...ver mais
Graça e Paz, xP.
Rodrigo Stankevicz


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